Como fazer jailbreak no iPhone com OS 3

Fazer jailbreak no iPhone com OS 3 funciona. Acabei de fazer no meu e está rodando perfeitamente!

Os passos são bem simples, porém, demoram um pouco por causa do tamanho dos downloads.

  • Conecte seu iPhone com cabo USB e pelo iTunes mande fazer um sincronismo para backup;
  • Ainda pelo iTunes, mande baixar a versão do OS 3. Quando fiz isso, meu iTunes pediu para atualizar e baixou 70MB. Depois da atualização, mais 230 MB de atualização do OS 3. Como de costume, só ficar olhando e esperando atualizar;
  • O processo de jailbreak para OS 3 é feito pelo redsnow. Só rode esse cara se você NÃO ESTIVER usando yellowsnow para desbloquear as ligações (casos de iPhones vindos de fora do Brasil). Você pode acessar o site do redsnow por aqui ;
  • O download do redsnow pode ser feito via torrent ou por mirrors independentes. Eu baixei pelo mirror independente. Nota: as versões que coloquei aqui pra download são pra windows, se quiser pra MAC, entre no site direto;
  • Depois de baixado o redsnow, descompacte e não deixe de ler o readme;
  • Execute o redsnow e tenha certeza de já estar com seu iPhone rodando OS 3. A primeira tela manda você deixar o aparelho DESLIGADO, porém, com o cabo USB ligado. Faça isso!
  • Depois, ele manda você localizar o arquivo de firmware. Estou rodando o windows XP e o meu estava em:  “C:\Documents and Settings\usuario\Dados de aplicativos\Apple Computer\iTunes\iPhone Software Updates\iPhone1,2_3.0_7A341_Restore.ipsw”;
  • Feito isso, ele vai mandar você executar uma série de comandos: Segurar o power por 3 segundos, manter o power segurado e pressionar e tecla home por 15 segundos, soltar o power e manter o home segurado. Se der certo, você verá que o windows vai localizar um dispositivo USB;
  • Após o passo acima é só esperar que o processo será feito e estará com Cydia rolando;

Dica importante: Se estiver usando Installous, suas aplicações irão desaparecer, e só depois de instalar ele novamente que vão voltar pro aparelho.

Espero ter ajudado e qualquer dúvida só comentar

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Resumo sobre o CmsBrasil 2009

Hoje estivemos em mais um evento e o tema da vez foi CMS (Content Management System), ou em português, sistemas de gestão de conteúdo.

CMSBrasil2009 - Matt Mulenweg - Wordpress

CMSBrasil2009 - Matt Mulenweg - Wordpress

Representando a AgênciaClick, estavam presentes eu (Robson Dantas) @robsondantas -  gerente de tecnologia, Edson Suey @esuey - gerente de tecnologia e Leonardo Santos @leonardosouza - líder célula de interface . Não nos dividimos para poder cobrir todo o conteúdo, cada um foi pro seu canto, postando updates no Twitter.

Assuntos abordados:

  • CMS - focaram em soluções Opensource (todas baseadas em PHP) - Wordpress, Drupal e Joomla;
  • Metodologias ágeis (case da Globo.com);
  • Hospedagem com servidores linux;
  • SEO;

Organização das palestras:

  • No auditório principal, apresentações genéricas e mesas redondas para discussão;
  • No auditório secundário, oficinas com foco mais técnico;

Sequência do que foi visto:

1) Começamos o evento, assistindo uma apresentação do Guilherme Chapiewski, falando de metodologias ágeis, especificamente aplicadas na Globo.com. Eu gosto muito do tema, mas acredito que para o mundo de agências, fica muito difícil vender um projeto para o cliente e adotar o processo da forma que foi colocado (contrato de escopo negociável). Imagine você falando para o cliente: “Olha, vou te vender 10 sprints, e você vai receber o conteúdo desses sprints” - complicado, não ? ; para utilizar internamente, entre as áreas, acho que é válido.

2) Logo após, entrou o Matt Mulenweg, o cara que criou o Wordpress. A palestra foi muito fraca na minha concepção, sinceramente esperava mais. Foi contada a história de como nasceu a Wordpress, mas não foi falado nada do futuro da ferramenta e qual linha vão atacar. Rolaram alguns defeitos técnicos na palestra, principalmente com falha dos microfones, que pararam de funcionar algumas vezes.

3) Assistimos uma palestra sobre hospedagem na web com Linux e essa foi hilária. Alguns participantes deram uma aula de linux para o palestrante, que deveria falar sobre Linux :) . No fim, o cara conseguiu apresentar algo interessante sobre performance e proxy reverso. Saí no meio da palestra e fui conferir o fim da mesa redonda com o Matt Mulenweg respondendo questões dos participantes.

Pausamos para o almoço, comemos uma feijoada, mas sem o joelho de porco, né Leozão :)

4) Voltando para o evento, fui conferir a palestra da Addison Berry, líder do time de documentação do Drupal. Ela falou um pouco sobre o projeto e deu foco na versão 7.0, onde ela disse que o produto será um “cutting edge”, ou seja, inovando drasticamente.

Achei um pouco melhor que a palestra do Matt, e deu pra entender um pouco da linha de atuação do Drupal, até o funcionamento do processo de entrada de desenvolvedores no projeto.

5) Nas oficinas ficaram o Leo e o Edson, se divertindo com os palestrantes e as gafes de pronúncia da língua inglesa. Rolaram eventos técnicos sobre desenvolvimento de plugins com wordpress, plugin de e-commerce, além de hands-on com Drupal e depois Joomla.

Para finalizar, vão aqui minhas considerações finais:

  • Minha nota para o evento: 6,5;
  • Faltou organização e espaço; muitas pessoas sentadas no chão e várias vezes os equipamentos de áudio e vídeo falharam;
  • Não havia controle de entrada e saída de participantes. Pagamos pela inscrição gold, que dava acesso as oficinas e palestras, mas dava pra ver claramente que não havia diferença, dava pra ir nos 2 sem controle algum;
  • O tempo de perguntas foi muito curto, acho que esse era o ponto principal;
  • O tema de CMS é bem difundido e tem muita gente antenada;

Acho que valeu o dia, deu pra ver que muita gente tem interesse no assunto. Caso tenha alguma consideração, não deixe de comentar.

Deixo aqui, também, o post da PagSeguro oferecendo uma mochila para os trackbacks.

um abraço,

-Robson

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Enabling HTTP Compression under IIS

Bandwidth and faster websites are a big issue if you are looking for performance improvements. Compressing webpages is one of the most used thing to speed up your website.

Basically, your browser and your webserver must support compression to make it work. Since many people are using new browsers like Firefox, IE 7+, Safari, Opera and Chrome, we can setup our webservers to make it work.

Apache has been supporting this feature for a long time (using mod_gzip and mod_deflate), and Microsoft has released this feature on IIS since version 6. It is quite simple to enable:

  • Go to your webserver and open a dos prompt;
  • Point to your main inetpub\AdminScripts directory. In my case it was c:\inetpub\AdminScripts;

Now, we can execute some scripts to enable gzip compression. You can choose enabling this feature for static (html, css, jpeg, js) and dynamic content ( asp, aspx, asmx).

prompt> cd c:\Inetpub\AdminScripts

For static content

prompt> cscript.exe adsutil.vbs set W3Svc/Filters/Compression/GZIP/HcFileExtensions “htm” “html” “js” “css” “xml” “xlt”
prompt> cscript.exe adsutil.vbs set W3Svc/Filters/Compression/DEFLATE/HcFileExtensions “htm” “html” “js” “css” “xml” “xlt”

For dynamic scripts

prompt> cscript.exe adsutil.vbs set W3Svc/Filters/Compression/GZIP/HcScriptFileExtensions “asp” “aspx”
prompt> cscript.exe adsutil.vbs set W3Svc/Filters/Compression/DEFLATE/HcScriptFileExtensions “asp” “aspx”

To make things work out, we need a full IIS Reset

prompt> IISreset.exe /restart

IISreset may take a minute or two. After that, you need to test if your webserver is compressing your content. You can use firebug (a firefox plugin), or just point to WhatsMyIP.org HTTP Compression Test .

To finish, I suggest you to install Firefox (browser) and a plugin called YSlow (print screen below). It gives you great tips about how to improve your website performance, scoring things like number and size of css and js, position of js files, ajax requests, etc .

YSlow - An Yahoo Plugin for Firefox

YSlow - An Yahoo Plugin for Firefox

Hope it helps you!

-Robson Dantas

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O poder das palavras: Trazendo tráfego ao seu site com inteligência!

A internet está mudando e eu espero que isso continue acontecendo a medida que o tempo passa. Inovar e mudar as  formas de fazer a mesma coisa, trazem evoluções, sempre!

Outro dia estava conversando com o pessoal na AgênciaClick (na qual comecei recentemente como gerente de tecnologia) sobre a internet há uns 6-7 anos atrás e refleti sobre o volume de mudanças que vem acontecendo dia após dia. Desde o “boom” do Google, a web se tornou mais dinâmica, e cada vez mais, novas tecnologias estão disponíveis para tornar a experiência de navegação melhor.

Quando comecei esse blog, decidi começar a escrever tudo aquilo que se passava na minha vida, desde assuntos relacionados à gestão de projetos, redes sociais, desenvolvimento de software, gadgets, até algumas gambiarras que de vez em quando crio.

A partir daí, comecei a brincar com o Google Analytics, e aos poucos fui mapeando o perfil das pessoas que acessam meu site e vendo o que os outros distribuem de links por aí. O que concluí com isso ? Com a busca de algumas palavras chave, consegui mapear o perfil dos meus leitores, e assim, consigo escrever cada vez mais conteúdo com um foco específico.

Se você não entendeu o que escrevi acima, pense no lado de uma empresa querendo fazer a propaganda de seu produto para um público específico. É isso que eu quero fazer com meu blog cada vez mais, para trazer mais e mais tráfego.

Caso você seja proprietário de um blog, faça um teste: Veja a incidência de palavras chave e a quantidade que elas aparecem e comece escrever textos que tragam a mesma tanto na URL quanto no corpo de seu texto. É uma prática básica de SEO e realmente funciona.

Logo no começo o resultado foi bem claro: incremento de 35% de tráfego somente por busca e o melhor, o número de pessoas com mais de uma visita aumentando. Outro ponto que acho fundamental é responder as perguntas nos comentários; muita gente usa os blogs como um mecanismo de expor as idéias, criticar, sugerir, etc..

SEO não é uma ciência exata, mas sem dúvida, todas as práticas aplicadas vão permitir que você, no mínimo, entenda um pouco do perfil do usuário do seu site. Além disso, há poucos profissionais com conhecimento nesse assunto e confie em mim, é uma profissão que ainda será muito valorizada (muito mais do que é hoje).

Para finalizar, deixe sua preguiça de lado, instale o Analytics no seu site e comece a brincar com otimização. Vai ver que é algo viciante e que gera resultados. Não é por menos que aparecem empresas constantemente se especializando em otimização de buscas (SEO).

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Extraindo MP3 do MP3Tube

Esse post é para mostrar mais uma vez como pra tudo tem um jeito, ainda mais se falando de WEB. Estava procurando uma música para fazer montagem e só achei no mp3tube. Depois de alguns simples passos, consegui extrair a música sem problemas.

Primeiro, entrei na página da música usando o Firefox e o plugin Firebug. Com o firebug é possível inspecionar os elementos HTML e achei o código do player:

<embed src=”http://www.mp3tube.net/play.swf?id=a6487b8e4a692637e8d443e79a2d7239″ quality=”High” width=”260″ height=”60″ name=”yehplay” align=”middle” allowScriptAccess=”sameDomain” type=”application/x-shockwave-flash” pluginspage=”http://www.macromedia.com/go/getflashplayer” wmode=”transparent” menu=”false” />
 

Estou usando isso, só para exemplificar, embora o código possa ser visualizado na caixa “embed” lá. Veja um exemplo

 Feito isso, baixe o programa SWFRip no sourceforge, que possui apenas 200Kb. Esse programa vai possibilitar extrair o áudio e verificar algumas propriedades do SWF.

Ao abrir o swf no SWFRIP, verifiquei que o áudio não estava embutido, tem uma action script que faz chamada do mp3 de outro servidor.

A url é formada por “http://storm.mp3tube.net/d.php?file= + id + .tube” , portanto, basta ir no browser, passar uma url concatenando o id, baixar e depois renomear para .mp3 .

URL do player: http://www.mp3tube.net/play.swf?id=a6487b8e4a692637e8d443e79a2d7239

URL para pegar a MP3:  http://storm.mp3tube.net/d.php?file= a6487b8e4a692637e8d443e79a2d7239 .tube

Simples, certo ? :D

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Opensocial Orkut: renderização no profile usando templates está em produção

Recebi agora a mensagem do time do Orkut, falando que a versão profile usando o mecanismo de templates está disponível em produção.

Para os que não lembram, ou não sabem, vários aplicativos usando Opensocial no Orkut foram atacados, tanto usando técnicas de phishing, quanto por injeção arbitrária de html.

Nesse novo modelo, a renderização é feita pelo servidor, bem como o modelo de recebimento de dados. O Orkut promete que haverá uma redução razoável de round-trips, coisa que enchia e muito o saco no antigo modelo de desenvolvimento. A latência da aplicação ficava bem alta.

Como nem tudo é um mar de rosas, desenvolver aplicações nesse novo modelo, além de engessar (não vou falar que engessa um pouco, pois dificulta bastante), diminui um pouco do poder de interatividade na visão “profile”. Para o canvas ainda é possível codificar direto, via javascript.

Veja a matéra na íntegra: Profile views are back!

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Intercâmbio em Vancouver/Canadá - dicas de escola, homestay, cidade, viagem

Imagino que você veio parar aqui pois está com dúvida sobre sua viagem de intercâmbio ou que está pensando em fazer uma e seu destino é o Canadá, certo ?

Um dia estive na mesma posição que você está aí agora, angustiado procurando por informações que ajudem a sanar as dúvidas e tirar o peso das costas para poder fazer com que a viagem seja um sucesso. Se esse é o seu propósito, veio ao lugar certo. Antes de começar, sugiro que você leia algumas dicas que eu já postei, inclusive nos comentários, pois há muita informação interessante.

Veja: Quais lugares devo visitar em Vancouver - passeios, cidades  , Dicas de viagem para Vancouver - Transporte público e Dicas de viagem para Vancouver - mapas, malas, o que trazer.

Eu tinha muitas dúvidas e aos poucos fui sanando e ficando mais tranquilo. Decidi não usar agência alguma para preparar minha viagem (visitei algumas só para colher informações),  e acabei pesquisando muita informação na internet e descobrindo as escolas que deveria estudar.

Das agências que andei visitando, gostei muito da Canadá Travel e da BEX. Foram as que me pareceram mais confiáveis e com algum know-how das viagens para o Canadá. Ambas tinham pessoas que já tinham ido ao Canadá e puderam falar um pouco e passar uma experiência. Caso não se sinta confortável de fazer tudo sozinho fica aí minha indicação.

Escolas:

Das escolas que pesquisei, as que pareceram sérias quanto à estrutura (em Vancouver), foram a ILSC e a Pacific Gateway International College. Fiquei muito preocupado em investir um dinheiro alto e a escola estar lotada de brasileiros falando português.

Não se iluda com o fato de que você vai para outro país e não terá brasileiros perto de você: tem e tem bastante, mas aí vai o trabalho da escola. Na PGIC e no ILSC há regras bem duras quanto ao uso de outra língua durante o horário de aula, havendo até punições.

Homestay:

Esse era outro ponto que me preocupava. Como fui com minha esposa, queria uma casa que pudesse acomodar os dois e ainda ficar numa localização bacana. O motivo pelo qual que eu escolhi a PGIC (Pacific Gateway), foi o fato de eles terem uma agência integrada de homestay, chamada AlphaOmega, além de possuir uma agente brasileira para dar suporte aos estudantes do Brasil.

Esse diferencial pra mim foi matador, tanto que fui auxiliado quando precisei e não tenho nada a reclamar, pelo contrário.

Vi muita gente tendo problemas com casas de família, em locais longe, etc, pelo simples fato de não pesquisarem e sair aceitando qualquer coisa da agência.

Apartamentos/Hotel:

Outra opção viável, caso não queira ficar em casa de família é ficar em hotel. Há vários apart-hotéis em Vancouver e na Robson Street, a rua mais famosa, há alguns depois da Bute Street. Custava na casa dos 1000CAD mês para ficar lá, com lavagem de roupa incluso.

Eu não gostei dessa idéia, pois queria ter contato com família, e posso afirmar com certeza que valeu a pena. Morei na casa de um casal de Britânicos e depois na casa de Filipinos.

Os Filipinos são os que possuem uma cultura mais parecida com a nossa, inclusive a comida, porém o inglês deles não é tão bom. Os britânicos tinham inglês muito bom, porém, a convivência não era lá grande coisa.

Universidades:

Além de todos os pontos que citei acima, existem ainda as universidades de Vancouver que são bem famosas. Há a UBC - Universidade de British Columbia e a SFU - Simon Fraser University. A UBC oferece cursos regulares para praticamente todos os tipos de disciplinas, e a SFU, muito famosa para os cursos de gestão. Portanto, é uma cidade bem interessante para fazer cursos de extensão ou pós graduação.

Sobre trabalho:

Existe um mito muito grande sobre trabalho no Canadá. Há muitos anos atrás, houve um processo intenso de imigração, onde pessoas chegavam e já conseguiam trabalho pela falta de profissionais. Hoje mudou bastante, tanto que o governo canadense está mudando as regras para o processo de imigração.

Desenvolvedores de software, por exemplo,  não se enquadram mais no processo de imigração, somente para gestão de projetos.

Recebo muitas perguntas aqui no blog sobre conseguir trabalho ilegal e coisas do tipo lá no Canadá e eu afirmo que não é impossível, mas não é nada fácil. Para conseguir algo decente, é necessário ter visto de trabalho e para brasileiros (com passaporte brasileiro), fica bem complicado. O ideal, é se inscrever no programa de estudo e trabalho e já sair com as oportunidades daqui. Quem tem passaporte europeu, o cenário muda um pouco, mas mesmo assim, ainda é difícil.

Bom, é isso.

Espero que tenha esclarecido mais algumas dúvidas.

Mais uma vez, quaisquer dúvidas, façam contato por aqui.

-Robson

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Portabilidade: Reclame que funciona!

O nosso país é uma vergonha, infelizmente é duro de admitir. Vou relatar uma história (história pois é real) que aconteceu com um amigo que trabalha ao meu lado. Vou chamá-lo de Léo, para não ter que ficar repetindo “meu amigo” toda hora.

Com a concretização da portabilidade, muitos usuários decidiram mudar de operadora para manter seu número. Eu mesmo migrei meu telefone fixo para a Embratel e estou, em fim, livre da Telefônica. Deu um pouco de trabalho, mas funcionou.

O Léo estava puto da vida (para não economizar palavras, hehe) com a TIM pela má qualidade no atendimento e pelo desprezo que ela dá aos seus clientes. Com a portabilidade, o que ele, um usuário insatisfeito, faria ? Com certeza mudaria de operadora, e foi isso que fez.

Com as iniciativas da OI em São Paulo em acabar com a multa de fidelidade e com os incetivos de aparelho desbloqueado, resolveu mudar de operadora e partir para a portabilidade. Ao realizar todo o procedimento com a OI, decidiu ligar para TIM para dizer que estava portando o número e a atendente, disse que a linha precisava ser cancelada. Realmente cancelaram a linha, mas adivinha o que aconteceu ?

Se você apostou que a linha não foi portada, ganhou. Isso mesmo! A TIM cancelou a linha e não fez a portabilidade para a OI, alegando que o usuário solicitou cancelamento. Pra piorar um pouco a situação pra TIM, a ligação foi gravada! Essa é uma das vantagens de ter um telefone que permite gravar ligações. A operadora não tem como alegar que o usuário fez a cagada.

Depois de muita briga, o cara teve que optar por habilitar um novo número na OI para não ficar brigando com a TIM. Mas não ficou barato e isso que eu achei legal, ou melhor, fenomenal.

Foram abertas reclamações na Anatel e no Reclame Aqui. Para piorar um pouco a situação pra TIM, uma repórter da Rede Record viu a reclamação e fez contato. Rendeu uma boa entrevista, que foi transmitida no Jornal da Record no dia primeiro de abril. Parecia mentira, mas foi real.

Os meios utilizados para reclamação deram resultado. A TIM fez contato com o Léo e pasmem: reabilitaram sua linha e portaram para a OI. Vou repetir, para que não haja dúvida: reabilitaram a linha e portaram para a OI.

O problema não aconteceu comigo, mas eu fiquei realmente contente com o que aconteceu. Você deve estar pensando agora: “PQP a TIM SE FUDEU!”. É, realmente foi o que aconteceu.

As operadoras precisam levar uns tapas para aprender a tratar melhor aqueles que trazem dinheiro para suas empresas, ou melhor, os clientes.

A falta de treinamento e preparação dessas pessoas de call center também me assusta. Para fechar toda essa história, ligaram aqui na empresa para falar do problema com a portabilidade (provavelmente da TIM) e esqueceram de desligar o telefone. Como os ramais são VOIP, ficou registrado uma gravação 8:28 com uma conversa que parece de uma supervisora com pessoal do callcenter. Lastimável! Vou gerar um mp3 e publicar aqui.

Enfim, um desfecho bom para o usuário e fica aí a dica: Tem problema com portabilidade, vá direto na Anatel e no ReclameAqui. Tem gente de olho!

Link da reclamação no ReclameAqui:
http://www.reclameaqui.com.br/267176/tim-gsm/tim-nao-respeita-portabilidade/

:D

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Gerente de projetos PMP, falando sobre SCRUM

SCRUM (leia-se SCRÃM), não é mais novidade no mundo daqueles que trabalham com desenvolvimento de software. As metodologias ágeis estão pipocando por aí para propor uma nova forma de desenvolver aplicativos de forma mais rápida e eficiente.

Embora não sejam a receita milagrosa para resolução de todos os problemas da área de TI, ao menos propõem uma mudança significativa na forma de construir software.

Há algumas semanas atrás, fui procurado por uma repórter chamada Flávia Freire, que estava fazendo uma reportagem sobre SCRUM, fazendo algumas entrevistas com gerentes de projeto PMP a fim de realizar um comparativo. No fim, saiu uma reportagem muito legal na revista TIDigital nesse mês de abril. Embora minha participação seja modesta, estive lá para falar um pouquinho sobre o assunto, e é claro, dar minha opinião sobre as práticas do PMBOK em conjunto com o SCRUM.

Para aqueles que insistem em falar que PMI, PMBOK e PMP são metodologias, aqui vão algumas explicações básicas, para que não cometam os mesmos erros.

1) O PMI tem um método de gestão que há muitos anos vem sendo adotado por milhares de empresas em todo o mundo. Ao longo deste período, surgiram metodologias ágeis de gerenciamento. Se você conhece alguma destas novas metodologias, como você pode compará-la ao PMI? Por quais razões você aconselharia um futuro gestor a garantir um certificado PMP diante das metodologias de gerenciamento ágeis hoje apresentadas, como por exemplo o Scrum e o XP?

O PMI em si não é uma metodologia, é uma organização que realiza estudos sobre gerenciamento de projetos. Como fruto desses estudos, foi gerado o PMBOK - que é um livro disponível em diversas línguas, inclusive o português, e sua sigla significa Project Management Body Of Knowledge. Muita gente confunde o PMBOK como metodologia, mas na verdade o PMBOK é um guia das melhores práticas de gerenciamento de projetos e cabe ao gerente de projetos definir quais os processos serão aplicados, de acordo com a realidade em sua empresa.

Tenho aplicado Scrum nos projetos como metodologia ágil, utilizando alguns processos definidos pelo PMBOK como suporte à metodologia.É possível utilizá-lo como complemento, levando apenas em consideração os pontos fortes da metodologia ágil, como por exemplo o desenvolvimento do plano de projeto de forma incremental.

2) Em que consiste o PMI? Quais as principais particularidades desta gestão de projetos?

O PMI, como já citei é apenas um instituto. A pergunta que cabe é “Em que consiste o PMBOK”? PMBOK é um guia das melhores práticas para gerenciamento de projetos, construído de uma forma genérica, e como o próprio PMI prega, é possível utilizá-lo em diversas áreas, não somente na área de tecnologia.

O PMI oferece alguns tipos de certificações, que garante que o gerente de projetos possui conhecimentos profundos sobre o PMBOK. São elas: CAPM, PMP, PgMP, PMI-SP e PMI-RMP.

O modelo do PMBOK pode ser visualizado de duas formas: Por grupos de processo, que são cinco - iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento ou por Áreas de conhecimento, que são nove: integração, escopo, tempo, custo,  qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos e aquisições.

Neste modelo, o importante é que o gerente de projetos tenha consciência de que não adianta pegar o PMBOK e implementar todos os processos descritos. O essencial é o entendimento profundo do modelo de negócio e assim aplicar os processos que são cabíveis dentro da realidade da empresa.

3) Diante de tantas outras metodologias de gerenciamento, com está a posição do certificado PMP nas empresas? Qual o peso de um certificado PMP para um gestor?

Antigamente o gestor de projetos com certificado PMP possuía um enorme diferencial. Hoje em dia, virou praticamente uma exigência por parte das empresas a certificação.

O processo de certificação é longo e complexo. Além de precisar comprovar experiência na área e preencher uma série de documentos no site do PMI, é necessário um longo entendimento do PMBOK. As questões da prova de PMP são complexas e muitas vezes parecem ter mais de uma resposta, portanto, posso afirmar com certeza que se uma pessoa passou na prova é porque realmente entende das práticas.

No mercado de tecnologia, com o aumento da adoção das metodologias ágeis, faz-se necessário que o gerente de projetos recicle seus conhecimentos realizando cursos ou lendo livros sobre metodologias ágeis. Obviamente que uma parte do contexto do PMBOK pode ser utilizado com as metodologias ágeis, formando um framework exclusivo de gestão de projetos para a área de tecnologia.

4) Como é a formação PMP? Qual a periodicidade do estudo? Onde pode-se conseguir um certificado?

Para certificar-se PMP é necessário que o gerente de projetos realize um curso de pelo menos 40 horas em um instituto credenciado pelo PMI. Após realizado o curso, é necessário o preenchimento de um formulário com dados pessoais e informações relativas à comprovação de experiência como gerente de projetos. Após o preenchimento, o PMI avalia seus dados e caso seja aprovado, você recebe uma carta de eligibilidade, permitindo que o exame seja marcado no Prometric.

Caso você não seja aprovado, o PMI solicitará alguns dados para que seja comprovada sua experiência e assim sua aplicação é reavaliada novamente. O processo de auditoria dos formulários é realizado em forma aleatória, portanto, é necessário muito cuidado no seu preenchimento.

A periodicidade do estudo depende muito do tempo que o gerente de projetos disponibiliza para a leitura dos livros, realização de simulações, etc. Grande parte dos gerentes de projeto que conheço, realizaram o ciclo de curso, estudos e certificação em 3 meses.

Todas as informações referentes ao processo de certificação podem ser encontradas no PMP Handbook, em inglês, no próprio site do PMI através do endereço: http://www.pmi.org/PDF/pdc_pmphandbook.pdf

Outras informações sobre as credenciais oferecidas pelo PMI podem ser encontradas através do site: http://www.pmi.org/careerdevelopment/pages/certification-and-the-job-market.aspxO ciclo da certificação PMP é de 3 anos, e sua renovação depende do apontamento de 60 PDUs ( professional development unit )  durante esse período. Cada PDU representa uma hora gasta com estudos. 

A prova para a certificação PMP custa USD 555,00 para não membros do PMI e USD 405 para membros.

Existe um guia no site do PMI-MG, em português, sobre como tirar a certificação. Vale a pena dar uma olhada, porém, o que vale é o oficial publicado no site do PMI.org.

http://www.pmimg.org.br/downloads/certificacao/pmimg_GuiaCertificacao.pdf

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Como tirar certificação PMP do PMI

Tirar a certificação de PMP talvez seja o maior “sonho de consumo” de um gerente de projeto. Muita gente sente até dor de barriga ao pensar na prova e como já estou certificado há mais de dois anos, resolvi escrever um pequeno tutorial sobre os passos que segui para conseguir o título e poder incluir as letrinhas em minha assinatura :D. Dividi em 3 etapas: requisitos para o processo de certificação, conteúdo da prova de PMP e o qual material estudar.

1- Sobre o processo, e necessário:

  • Comprovar experiência no cargo de gestor de projetos. Três anos caso você possua ensino superior e seis anos, caso não possua ensino superior;
  • Realizar algum curso, de pelo menos 40 horas, em uma instituição credenciada pelo PMI;
  • Preencher a carta de eligilidade, online, comprovando sua experiência na área e aguardar que seja *aprovada;
  • Marcar a prova no Prometric mais próximo de sua residência;

* O processo de validação da carta de eligibilidade é feito de forma aleatória e caso seja selecionado para auditoria, deverá apresentar documentos que comprovem o que foi escrito, portanto, muito cuidado ao preencher os dados.

Para preencher a carta de eligibilidade, você deve se cadastrar no site do PMI; o sistema é chamado de CertApp.

2- Sobre a prova de PMP:


Quando obtive minha credencial de PMP, muitos amigos, gerentes de projetos, perguntaram a mesma coisa: “A prova é difícil ?” e a minha resposta, vou colocar aqui:

É difícil, mas não é um bicho de sete cabeças. Para tudo feito de forma planejada, com estudo, é mais fácil.

Algo que costumo dizer é:  Não pense que mesmo você sendo o melhor gerente de projetos do mundo, pode sentar-se lá e conseguir passar na prova. Os motivos são simples:

  • É necessário treinar ficar com a bunda na cadeira por quatro horas pensando e respondendo perguntas (são 200). Fazendo uma conta simples, você tem 1.2 minuto para responder cada questão;
  • A prova testa seus conhecimentos, na ótica do PMBOK e do PMI. Você pode achar que o conceito está errado, mas eles querem que você pense de acordo com o que é exposto;
  • Não existe questão errada, existe a questão mais correta;
  • Tem muita pegadinha e várias questões encadeadas sobre um mesmo assunto; errou uma, errou várias;
  • A inscrição para fazer a prova é cara, você é monitorado por câmeras e espelhos, não pode entrar com nada na sala, portanto, se não souber controlar seu nervosismo e ansiedade, corre um sério risco de tomar um branco e esquecer muita coisa;

A tradução para o português brasileiro é muito boa, mas em caso de dúvida, vá no inglês, principalmente para as questões relacionadas à valor agregado. Não é requisito saber inglês, mas eu afirmo com toda certeza que isso faz uma diferença muito grande.

Acho que consegui transmitir a idéia, vamos agora para a parte que mais interessa: material de estudo para a prova!

3 - Qual material utilizar para estudar para a prova de PMP:


Esse é o grande X da questão!

Eu fiquei com muita, mas muita dúvida mesmo sobre o assunto. Cada vez que lia sites sobre o assunto, ficava com mais dúvidas ainda, até que em determinado momento resolvi pegar os materiais de apoio para a prova e tirar minhas própria conclusões.

O único site que encontrei, e que realmente me guiou no processo de certificação foi o PMHUB.net, um site gringo, voltado somente sobre o assunto. Sugiro que você vá ao fórum de lições aprendidas (lesson learned, vai ouvir muito disso ainda), onde cada profissional que fez o uso do fórum conta sua experiência para passar na prova e o que caiu. É meio que uma tendência, e ajuda a você focar seus estudos em alguma área específica.

Você pode ver meu post, datado de 23 de julho de 2007 (em inglês) sobre os passos que segui de forma resumida. Vou passar mais alguns detalhes por aqui…

Roteiro:

1- Eu fiz um curso preparatório para a certificação na CPLAN, aqui em São Paulo. Foi muito bom, pois tive aula com profissionais excelentes, inclusive com o presidente do PMI-SP da época. Além disso, fiz um networking com profissionais de diversas empresas.

Nessa época, todos sem exceção, falavam do livro da Rita Mulcahy e é por aí que eu mando você ir! Como material introdutório e que dá muitas dicas sobre a prova, é o melhor que tem. O software dela, FastTrack eu recomendo 100%.

Foi daí que eu gastei horas e horas fazendo simulados e aprendendo a “forma de pensar” do teste. Como conseguir o software fica com você. Eu comprei a minha licença, mas quem procura por aí, acha. Tanto o livro, quanto o software, são em inglês e mais uma vez eu volto a dizer: tem que ter um bom nível de inglês para poder chegar num nível de entendimento legal.

2- Leia o livro pelo menos 2x e faça muitos simulados.

Para ir um pouco mais a fundo nos processos, leia o livro da Kim Heldman, o famoso vermelhinho e que tem tradução para o português. Essa dica pra mim foi crucial quando estava estudando, pois descobri os pontos em que precisava focar um pouco mais meus estudos.

3- Faça também os mini testes e quiz que o livro oferece. Parecem bobos, mas ajudam a fixar o conteúdo sem decorar.

Quando começar a atingir acima de 80% dos simulados, marque a prova. É nesse momento exato que seu conhecimento está turbinado e o próprio pessoal do fórum falava dos picos de aumento e diminuição de índice de acertos nos simulados. Apareceu meio que uma tendência as pessoas com índice entre 80-85% passarem na prova de primeira.

4- Outras dicas valiosas:

1- Quando começar, vai ver que tem gente que vai perguntar: “tá estudando por área de conhecimento ou por grupo de processos?”.

Quando seu nível de conhecimento sobre o PMBOK estiver elevado, vai concluir que você precisa saber os processos pelos dois modos e isso cai muito na prova. Aparece muito por aí o termo ITTO, que significa Input, Tools & Techniques e Outputs, em outras palavras, entradas do processo, ferramentas -  técnicas e saídas. As combinações são muitas - tanto por área de conhecimento, quanto por grupo de processo.

Lá no site do PMHUB, tem umas planilhas que os caras colacaram uma matriz no excel e eu acabei uma hora entendendo, sem decorar. Até hoje lembro, hehehe.

2- Procure simulados na internet. Eu usei um site chamado PmStudy.com, onde os 30 primeiros do dia podiam fazer o simulado de graça. Conectava logo cedo quando queria fazer no domingão e ficava lá fazendo o teste.

3- Tire uma semana de férias antes da prova, para dar uma revisada geral nos seus estudos. Eu estudei dois meses para a prova, com uma carga horária de trinta horas por semana (praticamente a noite e finais de semana) e achei que essa semaninha foi crucial.

4- Um dia antes da prova, tire o dia para relaxar, fazer qualquer coisa que não seja pegar o livro.

5- Ao chegar no Prometric, faça o que chamo de Braindump. Pegue uma folha sulfite que te dão e anote tudo aquilo que você acha que pode esquecer. Fórmula de Valor Agregado, corrente crítica, processos, etc. Você tem 15 minutos de pré-teste antes do simulado para entender como funciona a prova. Como é muito simples, utilize esse tempo por algo que vá te ajudar.

6- Leve água, barrinha de cereral, chocolate, qualquer coisa que possa enganar sua fome. Você não pode levar para dentro da prova, mas pode deixar no armário e sair pra comer quando quiser.

7- Essa talvez seja a dica mais valiosa. Faça o teste em uma primeira passada, respondendo tudo o que você sabe, de prontidão. As que não sabe ou tem dúvida, marque para a revisão e pule para a próxima. Eu terminei a primeira passada na prova em 2,5 horas, tirei 5 minutos de descanso e parti para a segunda rodada. Terminei a prova em 3,5 horas.

Confie no seu conhecimento e uma vez marcada uma resposta, não fique voltando e mudando, a não ser que tenha certeza que está errado.

8- Não use diversas fontes de materiais, que vão te confundir mais. Eu achei o livro do Arold Kerzner e do Boson muito complexos e os conceitos um pouco diferentes do que o da Rita.

9- Para finalizar, leve os seus estudos a sério, afinal, a grana investida nisso tudo não é para se jogar fora.

Ficou longo, mas pelo menos cobre os assuntos que eu acho essenciais.

Agora, se me perguntar o que me levou a escrever tudo isso, eu respondo: para retribuir toda a ajuda que consegui, lendo, perguntando e para ver o mercado de gestão de projetos com pessoas mais especializadas. É preciso conhecer alguma coisa para passar na prova, sem dúvida :D

Fiquem à vontade para comentar e perguntar.

–Robson Dantas, PMP
Gerente de Projetos

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